02/02/2010

O vinho no tempo do Herói

Os Lusitanos e o nosso Viriato já conheciam o valor do néctar de Baco! Ora, confira aqui...

31/01/2010

Parque temático de Viriato

Um casal de empresários pretende criar no concelho de Belmonte um parque temático sobre a Lusitânia, em que Viriato será um dos heróis em destaque, adiantaram os investidores à Agência Lusa.

28/01/2010

Os Lusitani

Onde viveriam os Lusitanos? Qual a sua origem? A estas e outras questões da história dos Lusitanos responde Jorge Alarcão neste artigo da Revista Portuguesa de Arqueologia que a Isabel me fez chegar e que aqui vos deixo!

28/12/2009

Natal no tempo de Viriato... assim ou parecido!

Entretido com a sua Tangina nem quase se apercebeu que o Natal já tinha passado... além disso, o presente que almejara estava ali a seu lado e aquecia-lhe na noite, o corpo e a alma no ar gelado da região beirã. Pela manhã, Viriato começava a "arquitectar" já como seria a sua passagem de ano embora não fosse esse espaço temporal a sua meta secreta, mas sim o momento em que juntos construíram em paz e longe dos perigos, o seu recanto e lar dentro das paredes da muralha de felicidade que rodeariam no futuro a sua Cidade Museu - Viseu!

Diz a História...

"...Viriato, um Lusitano de nascimento, sendo pastor desde criança nas altas montanhas da Lusitânia, foi para todos os Romanos, motivo do maior terror. A principio armando emboscadas, depois devastando províncias, por último vencendo, pondo em fuga, subjugando exércitos de Pretores e Cônsules romanos..."
(Orósio 5.4.1)

29/11/2009

05/11/2009

Na imprensa

Uma vez mais e graças a um "miminho" da Isabel aqui fica o nosso Viriato retratado na imprensa!

29/10/2009

Astérix, o Gaulês

São 50 anos... a recordar o tempo dos Romanos com bastante humor!

Idade do Ferro em Viseu

Graças à Isabel deixo-vos aqui o trabalho "Estruturas e Contextos da Idade do Ferro em Viseu", de Sara Almeida, Pedro Sobral de Carvalho, João Perpétuo, Nádia Figueira e António Costa, Almadan, IIª série, nº 15, Dezembro 2007, pp 53-59

23/10/2009

Desculpem lá a perguntinha, mas...

Há quando tempo não lêem uma boa história aos miúdos?

18/10/2009

Boas e más noticias da Cava de Viriato!

Finalmente puseram uma tabuleta junto ao monumento a Viriato, erigido em 1940, da autoria de Mariano Benlliure, escultor espanhol de grande talento, uma placa com informações, em português, inglês e castelhano... mas ainda há muito por fazer na Cava de Viriato!

16/10/2009

Desafio ao leitor

Este painel de azulejos fica num local onde reclamam a naturalidade do herói! Onde ficará?

15/10/2009

Conversas no pedestal

- Grande líder Viriato, já deu conta que agora só se fala de D. Afonso Henriques?
- Já! Até vão criar uma
Sociedade Histórica!
- Vá lá que os de antigamente ainda se lembraram de nos transformar em estátua!
- É verdade... senão já nem memória seríamos!

14/10/2009

Viseu no tempo romano

O que era o sítio de Viseu quando os Romanos aqui chegaram? Quais as principais alterações que eles introduziram? Como delimitaram o espaço urbano e organizaram o espaço interior na nova cidade? São questões a que se procura aqui dar resposta.

12/10/2009

Desafio aos grupos de Teatro de Viseu

Manuel de Figueiredo (1725-1801) foi o autor português do século XVIII que mais peças de teatro escreveu e publicou. É ele o principal representante do teatro neoclássico em Portugal que, diga-se de passagem, para lá dos meios intelectuais, pouca aceitação teve por parte do público. Manuel de Figueiredo entra em 1756 para a Arcádia Lusitana a convite de Correia Garção e adopta o pseudónimo literário de Licíadas Cíntio.
A sua actividade literária decorre em dois períodos distintos: o primeiro de 1748 a 1764 e coincidindo com o espírito de renovação da Arcádia. Deste período é a
tragédia Viriato. Esta tragédia, terminada de compor em 1757, foi apresentada à Arcádia Lusitana e sobre ela teceram-se algumas críticas elogiosas. Não chegou a ser representada, aliás como a maior parte das 46 peças do autor. Haverá em Viseu um grupo que lhe queira dar vida no palco?

11/10/2009

09/10/2009

Descobrindo a "estória"

Há dias a conversa no twitter andava à volta dos vestígios da Mocidade Portuguesa na Cava de Viriato e sobre a importância de preservar a memória colectiva da história independentemente das acções ou regimes associados. A placa está lá, creio e espera-se que por muitos anos. A explicação de ali ter sido colocada é esta: