Entretido com a sua Tangina nem quase se apercebeu que o Natal já tinha passado... além disso, o presente que almejara estava ali a seu lado e aquecia-lhe na noite, o corpo e a alma no ar gelado da região beirã. Pela manhã, Viriato começava a "arquitectar" já como seria a sua passagem de ano embora não fosse esse espaço temporal a sua meta secreta, mas sim o momento em que juntos construíram em paz e longe dos perigos, o seu recanto e lar dentro das paredes da muralha de felicidade que rodeariam no futuro a sua Cidade Museu - Viseu!28/12/2009
Natal no tempo de Viriato... assim ou parecido!
Entretido com a sua Tangina nem quase se apercebeu que o Natal já tinha passado... além disso, o presente que almejara estava ali a seu lado e aquecia-lhe na noite, o corpo e a alma no ar gelado da região beirã. Pela manhã, Viriato começava a "arquitectar" já como seria a sua passagem de ano embora não fosse esse espaço temporal a sua meta secreta, mas sim o momento em que juntos construíram em paz e longe dos perigos, o seu recanto e lar dentro das paredes da muralha de felicidade que rodeariam no futuro a sua Cidade Museu - Viseu!Diz a História...
"...Viriato, um Lusitano de nascimento, sendo pastor desde criança nas altas montanhas da Lusitânia, foi para todos os Romanos, motivo do maior terror. A principio armando emboscadas, depois devastando províncias, por último vencendo, pondo em fuga, subjugando exércitos de Pretores e Cônsules romanos..."
(Orósio 5.4.1)
(Orósio 5.4.1)
15/11/2009
05/11/2009
04/11/2009
29/10/2009
Idade do Ferro em Viseu





Graças à Isabel deixo-vos aqui o trabalho "Estruturas e Contextos da Idade do Ferro em Viseu", de Sara Almeida, Pedro Sobral de Carvalho, João Perpétuo, Nádia Figueira e António Costa, Almadan, IIª série, nº 15, Dezembro 2007, pp 53-5925/10/2009
23/10/2009
18/10/2009
Boas e más noticias da Cava de Viriato!
Finalmente puseram uma tabuleta junto ao monumento a Viriato, erigido em 1940, da autoria de Mariano Benlliure, escultor espanhol de grande talento, uma placa com informações, em português, inglês e castelhano... mas ainda há muito por fazer na Cava de Viriato!
16/10/2009
15/10/2009
Conversas no pedestal
- Grande líder Viriato, já deu conta que agora só se fala de D. Afonso Henriques?- Já! Até vão criar uma Sociedade Histórica!
- Vá lá que os de antigamente ainda se lembraram de nos transformar em estátua!
- É verdade... senão já nem memória seríamos!
- É verdade... senão já nem memória seríamos!
14/10/2009
Viseu no tempo romano
O que era o sítio de Viseu quando os Romanos aqui chegaram? Quais as principais alterações que eles introduziram? Como delimitaram o espaço urbano e organizaram o espaço interior na nova cidade? São questões a que se procura aqui dar resposta.
12/10/2009
Desafio aos grupos de Teatro de Viseu
Manuel de Figueiredo (1725-1801) foi o autor português do século XVIII que mais peças de teatro escreveu e publicou. É ele o principal representante do teatro neoclássico em Portugal que, diga-se de passagem, para lá dos meios intelectuais, pouca aceitação teve por parte do público. Manuel de Figueiredo entra em 1756 para a Arcádia Lusitana a convite de Correia Garção e adopta o pseudónimo literário de Licíadas Cíntio.
A sua actividade literária decorre em dois períodos distintos: o primeiro de 1748 a 1764 e coincidindo com o espírito de renovação da Arcádia. Deste período é a tragédia Viriato. Esta tragédia, terminada de compor em 1757, foi apresentada à Arcádia Lusitana e sobre ela teceram-se algumas críticas elogiosas. Não chegou a ser representada, aliás como a maior parte das 46 peças do autor. Haverá em Viseu um grupo que lhe queira dar vida no palco?
A sua actividade literária decorre em dois períodos distintos: o primeiro de 1748 a 1764 e coincidindo com o espírito de renovação da Arcádia. Deste período é a tragédia Viriato. Esta tragédia, terminada de compor em 1757, foi apresentada à Arcádia Lusitana e sobre ela teceram-se algumas críticas elogiosas. Não chegou a ser representada, aliás como a maior parte das 46 peças do autor. Haverá em Viseu um grupo que lhe queira dar vida no palco?
11/10/2009
09/10/2009
Descobrindo a "estória"
Há dias a conversa no twitter andava à volta dos vestígios da Mocidade Portuguesa na Cava de Viriato e sobre a importância de preservar a memória colectiva da história independentemente das acções ou regimes associados. A placa está lá, creio e espera-se que por muitos anos. A explicação de ali ter sido colocada é esta:

23/09/2009
22/09/2009
21/09/2009
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