25/10/2009
23/10/2009
18/10/2009
Boas e más noticias da Cava de Viriato!
Finalmente puseram uma tabuleta junto ao monumento a Viriato, erigido em 1940, da autoria de Mariano Benlliure, escultor espanhol de grande talento, uma placa com informações, em português, inglês e castelhano... mas ainda há muito por fazer na Cava de Viriato!
16/10/2009
15/10/2009
Conversas no pedestal
- Grande líder Viriato, já deu conta que agora só se fala de D. Afonso Henriques?- Já! Até vão criar uma Sociedade Histórica!
- Vá lá que os de antigamente ainda se lembraram de nos transformar em estátua!
- É verdade... senão já nem memória seríamos!
- É verdade... senão já nem memória seríamos!
14/10/2009
Viseu no tempo romano
O que era o sítio de Viseu quando os Romanos aqui chegaram? Quais as principais alterações que eles introduziram? Como delimitaram o espaço urbano e organizaram o espaço interior na nova cidade? São questões a que se procura aqui dar resposta.
12/10/2009
Desafio aos grupos de Teatro de Viseu
Manuel de Figueiredo (1725-1801) foi o autor português do século XVIII que mais peças de teatro escreveu e publicou. É ele o principal representante do teatro neoclássico em Portugal que, diga-se de passagem, para lá dos meios intelectuais, pouca aceitação teve por parte do público. Manuel de Figueiredo entra em 1756 para a Arcádia Lusitana a convite de Correia Garção e adopta o pseudónimo literário de Licíadas Cíntio.
A sua actividade literária decorre em dois períodos distintos: o primeiro de 1748 a 1764 e coincidindo com o espírito de renovação da Arcádia. Deste período é a tragédia Viriato. Esta tragédia, terminada de compor em 1757, foi apresentada à Arcádia Lusitana e sobre ela teceram-se algumas críticas elogiosas. Não chegou a ser representada, aliás como a maior parte das 46 peças do autor. Haverá em Viseu um grupo que lhe queira dar vida no palco?
A sua actividade literária decorre em dois períodos distintos: o primeiro de 1748 a 1764 e coincidindo com o espírito de renovação da Arcádia. Deste período é a tragédia Viriato. Esta tragédia, terminada de compor em 1757, foi apresentada à Arcádia Lusitana e sobre ela teceram-se algumas críticas elogiosas. Não chegou a ser representada, aliás como a maior parte das 46 peças do autor. Haverá em Viseu um grupo que lhe queira dar vida no palco?
11/10/2009
09/10/2009
Descobrindo a "estória"
Há dias a conversa no twitter andava à volta dos vestígios da Mocidade Portuguesa na Cava de Viriato e sobre a importância de preservar a memória colectiva da história independentemente das acções ou regimes associados. A placa está lá, creio e espera-se que por muitos anos. A explicação de ali ter sido colocada é esta:

23/09/2009
22/09/2009
21/09/2009
13/09/2009
09/09/2009
Com o calor que vai não dá mas...
... deixe chegar o Inverno e depois, aproveite e experimente a pista de Viriato!
08/09/2009
07/09/2009
31/08/2009
17/08/2009
Haja quem se lembre!
Interrompo o descanso para registar a preocupação com o herói lusitano! Já que a Autarquia e o Turismo da região, ao contrário do que Zamora faz há muito tempo, nunca se preocuparam em apostar neste símbolo inconstestável da cidade, ainda bem que esta marca VIRIATVS surge! Tenho para mim que devem andar a pensar em substituir-me pelo "modelo" cabeçudo de outro herói que anda por aí a ser espalhado por tudo o que é rotunda da cidade!07/08/2009
O descanso do guerreiro!
- Fiquem atentos! O inimigo romano não dorme e a qualquer instante pode atacar!
- Senhor, eles são mais de espalhar a má língua, a perfídia e a traição! Não nos atacarão... podeis ir descansado!
- Assim seja! Gozarei uns dias no recanto do meu secreto ninho de amor com a minha princesa!
E, tranquilo, Viriato partiu de férias!
Subscrever:
Mensagens (Atom)








