(...) While most historic heroes were maintained throughoutthe long period of Estado Novo and their deeds narrated accordingto the established ideology, the case of Viriato presents anexception. Viriato’s ascension to a heroic status had resultedfrom his struggle against the expanding Roman Empire and itsarmies. He had been defined as the ancestor of the Portuguesenation and our claim to the denomination “Lusos” (i.e., theheirs of the Lusitanians). This national and ethnic identificationparallels France’s identification with the Gauls and England’swith the Britons (DIETLER, 1994), while mapping Portugueseidentity and nation back to a time when it did not exist (in thiscase, 2nd century B.C.). Viriato was described in textbooks as a“barbarian,” a lonely shepherd who lived simply, and lovedfreedom. The iconography represented him as a strong, savage,bearded man, wearing skins, holding a small shield and a shortspear (in clear opposition to Roman weaponry – FABIÃO,GUERRA, 1997). As a rebel he led the Lusitanians through aseries of victories against the powerful Roman army, he wasdefeated only by treason. But after the beginning of the wars ofindependence in the African colonies, in 1961,Viriato became aninconvenient ancestor and was relegated to a secondary plan, almostcompletely disappearing from school textbooks with the rareexceptions as it is the case history textbook, published in 1968-1970, which has suggestive title of Lições de História Pátria, or“Lessons of Patriotic History,”). Through his defense ofindependence and use of less orthodox means to fight Roman armies, he could easily be identified with the rebel armies fighting for thefreedom of their countries in the African colonies, while thePortuguese colonial state could be compared to the invading Romans.16/05/2009
Great hero
(...) While most historic heroes were maintained throughoutthe long period of Estado Novo and their deeds narrated accordingto the established ideology, the case of Viriato presents anexception. Viriato’s ascension to a heroic status had resultedfrom his struggle against the expanding Roman Empire and itsarmies. He had been defined as the ancestor of the Portuguesenation and our claim to the denomination “Lusos” (i.e., theheirs of the Lusitanians). This national and ethnic identificationparallels France’s identification with the Gauls and England’swith the Britons (DIETLER, 1994), while mapping Portugueseidentity and nation back to a time when it did not exist (in thiscase, 2nd century B.C.). Viriato was described in textbooks as a“barbarian,” a lonely shepherd who lived simply, and lovedfreedom. The iconography represented him as a strong, savage,bearded man, wearing skins, holding a small shield and a shortspear (in clear opposition to Roman weaponry – FABIÃO,GUERRA, 1997). As a rebel he led the Lusitanians through aseries of victories against the powerful Roman army, he wasdefeated only by treason. But after the beginning of the wars ofindependence in the African colonies, in 1961,Viriato became aninconvenient ancestor and was relegated to a secondary plan, almostcompletely disappearing from school textbooks with the rareexceptions as it is the case history textbook, published in 1968-1970, which has suggestive title of Lições de História Pátria, or“Lessons of Patriotic History,”). Through his defense ofindependence and use of less orthodox means to fight Roman armies, he could easily be identified with the rebel armies fighting for thefreedom of their countries in the African colonies, while thePortuguese colonial state could be compared to the invading Romans.15/05/2009
14/05/2009
13/05/2009
12/05/2009
11/05/2009
Viriato na tropa
Ideologia e mito, na consagração do herói lusitano como patrono dos cursos de finalistas da Escola do Exército em 1953-1954
10/05/2009
02/05/2009
30/04/2009
29/04/2009
28/04/2009
27/04/2009
26/04/2009
25/04/2009
24/04/2009
23/04/2009
13/04/2009
08/04/2009
Viriato 5 - Romanos 0
(...) Viriato derrota os romanos no desfiladeiro de Ronda, que separa a planície do Guadalquivir da costa marítima da Andaluzia, fazendo nas fileiras inimigas uma espantosa chacina, tendo sido morto o próprio Vetílio. Seguidamente os lusitanos destroçam as tropas de Cayo Pláucio, tomando Segóbriga e as de Cláudio Unimano, que em 146 AC era o governador da Hispânia Citerior. Em 145 AC os lusitanos voltam a derrotar as tropas romanas de Caio Nígidio. Em 145 AC Quinto Fábio Máximo, irmão de Cipião "O Africano" é nomeado cônsul na Hispania Citerior e é encarregado da campanha contra Viriato ao comando de duas legiôes. Ao princípio tem algum êxito mas Viriato recupera e em 143-142 AC volta a derrotar os romanos em Baecula e obriga-os a refugiar-se em Córdova. Simultaneamente, seguindo o exemplo do chefe lusitano, as tribos celtibéricas revoltavam-se contra as prepotências romanas, acendendo uma luta que só terminaria em 133 AC com a queda de Numância. Em 140 AC Viriato derrota o novo cônsul Fábio Máximo Servilliano, matando mais de 3.000 romanos, encurralando o inimigo e podendo destroçá-lo, mas deixou Servilliano libertar-se da posição desastrosa em que se encontrava, em troca de promessas e garantias de os Lusitanos conservarem o território que haviam conquistado. (...)30/03/2009
29/03/2009
Já nas bancas
A Ésquilo editou este mês o interessante trabalho "Lusitanos no tempo de Viriato" da autoria do Dr. João Vaz que, nas suas 240 páginas, nos dá uma imagem da forma de viver, combater e morrer dos Lusitanos. 24/03/2009
23/03/2009
19/03/2009
Um livro escrito por um viseense
O CENTRO NACIONAL DE CULTURA e a ÉSQUILO edições e multimédia têm o prazer de convidar V. Ex.ª para o lançamento da obra «LUSITANOS NO TEMPO DE VIRIATO» da autoria de João Inês Vaz, que terá lugar na Galeria Fernando Pessoa do CNC, sito no Largo do Picadeiro nº 10 1º (ao lado do restaurante Café No Chiado) quinta-feira, dia 26/03, ás 18h30.
17/03/2009
15/03/2009
10/03/2009
02/03/2009
01/03/2009
27/02/2009
26/02/2009
25/02/2009
Para que conste...
24/02/2009
23/02/2009
21/02/2009
19/02/2009
Viriato na História Alegre de Portugal
18/02/2009
17/02/2009
A rota de Viriato... não confundir com arrota Viriato!
Esta Rota começa junto à Cava de Viriato, passa junto à Casa da Ribeira (Centro de Artesanato) onde se tem umapanorâmica sobre o rio Pavia. No Largo Mouzinho de Albuquerque segue pela R. Direita até à R. Formosa (4 Esquinas) e descendo um pouco descobrem-se as Ruínas da Muralha Romana. Posteriormente segue-se até aoCentro histórico pela R. da Árvore e R. Augusto Hilário e termina com um passeio em torno da Sé Catedral.
16/02/2009
15/02/2009
14/02/2009
Canção de Viriato
Entre combros e falésias,
Viriato vai
Enganando Roma inteira
Rumo á estrela que há na serra,
Viriato vai
Cavalga uma égua ligeira
Qual guerreiro ou pastor,
Viriato sai
Liderando a Lusitânia
Guerrilheiro com furor,
Viriato sai
Numa fúria momentânea
Entre Espanha e Portugal,
Viriato vai
Na sua marcha guerreira
Combater a Cipião,
Viriato vai
Conquistar uma fronteira
Sob as armas da traição,
Viriato cai
Lá do cimo da montanha
Sua estrela se apagou,
Viriato cai
Terminou sua façanha
Onde vives tu agora Viriato…
Vem connosco viajar nos teus caminhos…
Nós aqueles que do Galba te vingamos…
Todos juntos Lusitanos nos unimos…
Ódagaita
Viriato vai
Enganando Roma inteira
Rumo á estrela que há na serra,
Viriato vai
Cavalga uma égua ligeira
Qual guerreiro ou pastor,
Viriato sai
Liderando a Lusitânia
Guerrilheiro com furor,
Viriato sai
Numa fúria momentânea
Entre Espanha e Portugal,
Viriato vai
Na sua marcha guerreira
Combater a Cipião,
Viriato vai
Conquistar uma fronteira
Sob as armas da traição,
Viriato cai
Lá do cimo da montanha
Sua estrela se apagou,
Viriato cai
Terminou sua façanha
Onde vives tu agora Viriato…
Vem connosco viajar nos teus caminhos…
Nós aqueles que do Galba te vingamos…
Todos juntos Lusitanos nos unimos…
Ódagaita
12/02/2009
10/02/2009
09/02/2009
O filho rebelde

Autor: Sónia Louro
Género: Romance
Editora: Via Occidentalis
Após um período de paz, na segunda metade do séc. II a.C., as Hispânias (actual Península Ibérica), voltaram a conhecer períodos conturbados devido ao levantamento de alguns povos locais que não se conformavam com o jugo romano. Enquanto isso, Viriato, como todos os jovens, pensava saber todas as respostas e conhecer todas as verdades. Impelido pela comparação entre a sua audácia e a serenidade de Aurelur, seu pai, julgava ver nela cobardia. A acomodação que Viriato pressentia no pai exasperava-o, ao ponto deste se ver obrigado a colocá-lo fora de casa, não como um castigo, mas para que o filho visse o mundo, conhecesse a guerra. Aurelur pretendia que Viriato voltasse outro homem desta caminhada. Ele voltou, mas não como o pai tinha imaginado...
06/02/2009
05/02/2009
04/02/2009
03/02/2009
Frases doutro tempo?
"Há nos confins da Ibéria um povo que nem se governa nem se deixa governar"
Julio César, Imperador Romano.
(wikiquote)
Julio César, Imperador Romano.
(wikiquote)
29/01/2009
28/01/2009
27/01/2009
Há mais Viriato na net
Aqui na colecção de roupa, ou nos móveis! Mais interessante na história em inglês ou melhor ainda em português. Também em adaptação teatral ou em estudos mais académicos!
26/01/2009
Viriato na letra de Torga
VIRIATO
No princípio era o Verbo e a sua fome,
Depois,
O Verbo olhou-se e reparou nos dois
Que trazia no ventre do seu nome.
Contos largos da vida...
Tudo começa nebuloso e oculto.
Cada forma a nascer, já perseguida
Pela sombra incorpórea do seu vulto.
Pastor de ovelhas, simples criatura
A pintar de infinito a sua tela,
O rebanho que eu tinha era a brancura
Dessa inocência original, singela.
No impreciso azul é que eu morava,
Emigrado feliz da minha ausência.
Longe do berço quente que pisava,
Realizava a humana transcendência.
Mas nisto um lobo astuto e desmedido
Uivou ao meu destino em voz de guerra;
E eu de repente ouvi o teu gemido
Dentro de mim, transfigurado em terra!
O meu nome de ibero é Viriato.
O princípio de ti, ó Mãe, sou eu.
Eu é que fiz o acto
De namorar o chão em vez do céu.
Miguel Torga, Antologia Poética, Círculo de Leitores, 2001
No princípio era o Verbo e a sua fome,
Depois,
O Verbo olhou-se e reparou nos dois
Que trazia no ventre do seu nome.
Contos largos da vida...
Tudo começa nebuloso e oculto.
Cada forma a nascer, já perseguida
Pela sombra incorpórea do seu vulto.
Pastor de ovelhas, simples criatura
A pintar de infinito a sua tela,
O rebanho que eu tinha era a brancura
Dessa inocência original, singela.
No impreciso azul é que eu morava,
Emigrado feliz da minha ausência.
Longe do berço quente que pisava,
Realizava a humana transcendência.
Mas nisto um lobo astuto e desmedido
Uivou ao meu destino em voz de guerra;
E eu de repente ouvi o teu gemido
Dentro de mim, transfigurado em terra!
O meu nome de ibero é Viriato.
O princípio de ti, ó Mãe, sou eu.
Eu é que fiz o acto
De namorar o chão em vez do céu.
Miguel Torga, Antologia Poética, Círculo de Leitores, 2001
24/01/2009
Mais um livro
"Viriato já não é, como era há pouco mais de cem anos, apanágio do conhecimento de alguns. Graças à educação escolar, passou a pertencer ao imaginário de todos os Portugueses. Resta saber se, com as sucessivas reformas do ensino, com o crescente desinteresse pela leitura e com a gradual deterioração da identidade cultural, o rasto não se perderá nos mais novos"!Título: O Mito de Viriato na Literatura Portuguesa
Autor: José Barbosa Machado
Editor: Edições Vercial, 2008
23/01/2009
A Cava antiga
São escassas as informações relativas às suas origens, mas permitem concluir que se tratou de um acampamento militar construído pelos Romanos aquando da sua presença na Península. A tese clássica liga a construção da Cava ao tempo e responsabilidade de Décimo Júnio Bruto (137-136 A.C.). É um espaço de planta octogonal, rodeado por muros e por um fosso de protecção. A partir do séc. XVI, foi indevidamente associada ao grande guerreiro lusitano Viriato, passando a ter o seu nome, reforçado neste século pela colocação de um monumento em sua honra. Viriato foi um grande herói, que conseguiu unir vários dos povos que habitavam a península, liderando uma resistência que se opôs ao domínio romano, durante cerca de 8 anos mas a Cava é de facto uma construção romana.22/01/2009
Viriato segundo Fernando Pessoa
Se a alma que sente e faz conhece
Só porque lembra o que esqueceu,
Vivemos, raça, porque houvesse
Memória em nós do instincto teu.
Nação porque reincarnaste,
Povo porque ressuscitou
Ou tu, ou o de que eras a haste-
Assim se Portugal formou.
Teu ser é como aquella fria
Luz que precede a madrugada,
E é já o ir a haver o dia
Na antemanhã, confuso nada
MENSAGEM de Fernando Pessoa
Segundo- VIRIATO
Só porque lembra o que esqueceu,
Vivemos, raça, porque houvesse
Memória em nós do instincto teu.
Nação porque reincarnaste,
Povo porque ressuscitou
Ou tu, ou o de que eras a haste-
Assim se Portugal formou.
Teu ser é como aquella fria
Luz que precede a madrugada,
E é já o ir a haver o dia
Na antemanhã, confuso nada
MENSAGEM de Fernando Pessoa
Segundo- VIRIATO
21/01/2009
A explicação de quem sabe!
Há muito que os nossos antiquários fizeram correr mundo a uma inscrição, existente em Santo Tirso e que daria notícia de um “soldado que venceu Viriato”. Pois bem, aqui fica a explicação para quem quiser saber mais!
20/01/2009
19/01/2009
18/01/2009
15/01/2009
28/12/2006
Votos de Viriato para 2007

Dê um DUPLO CLIQUE na PASSAGEM DE ANO! ARRASTE A FELICIDADE para a sua PASTA PRINCIPAL, SALVE-A em todos seus FICHEIROS PESSOAIS, SELECCIONE-A como seu DOCUMENTO MODELO. De seguida use-a para FORMATAR a sua vida: JUSTIFIQUE-a e ALINHE-a, sem QUEBRAS na sua caminhada ao longo do ano. Que a PAZ não seja apenas um ÍCONE, um ACESSÓRIO, uma FERRAMENTA, um RODAPÉ, um FICHEIRO TEMPORÁRIO, mas o CABEÇALHO e a LETRA PRINCIPAL desse seu caminho.
Que 2007 seja o seu PAINEL DE CONTROLE para DESFRAGMENTAR sua vida, fazer DOWNLOAD de seus sonhos e OPTIMIZAR suas realizações. CLIQUE agora em OK para REINICIAR e ACTUALIZAR seus CONTEÚDOS!
Feliz 2007 para todos do vosso Viriato de sempre!
Feliz 2007 para todos do vosso Viriato de sempre!
Ano a ano...

Há um ano:
(...) As obras para a implementação do funicular que ligará o Largo da Feira de S. Mateus ao centro histórico de Viseu deverão arrancar no início do próximo ano. A garantia foi deixada pelo autarca viseense aquando da abertura de uma segunda faixa de rodagem na Avenida Emídio Navarro junto à Cava Viriato. Fernando Ruas anunciou que assim que o funicular entrar em funcionamento o acesso ao centro histórico ficará "livre de trânsito".
09Dez2005 in DRegional
Um ano depois:
Em 2007 prevê-se ainda o lançamento do funicular, transporte não poluente para a Calçada de Viriato.
26Dec06 in DRegional
É agora que o Viriato ainda sem comboio vai ter um funicular...
09Dez2005 in DRegional
Um ano depois:
Em 2007 prevê-se ainda o lançamento do funicular, transporte não poluente para a Calçada de Viriato.
26Dec06 in DRegional
É agora que o Viriato ainda sem comboio vai ter um funicular...
Subscrever:
Mensagens (Atom)









































