Através deste motor de pesquisa ou deste outro consegue-se obter uma série de e-books sobre o nosso herói como este, ou este ou até mesmo o livro do Munõz!
15/06/2009
14/06/2009
13/06/2009
The Enemies of Rome
This engrossing and original book looks at the growth and eventual demise of Rome from the viewpoint of the peoples who fought against it.Here is the reality behind legends such as Spartacus the gladiator, and the stories of Shapur the conqueror, Viriathus the guerrilla leader and Mithridates the connoisseur of poisons.
Some enemies of Rome were noble heroes, others were murdering villains, but each has a unique and fascinating story.
Defying the might of Rome was a dangerous business, and few of the men and women described in these pages died in their beds. Some, like Vercingetorix and Jugurtha, were captured, exhibited in triumph and then, while their conquerors sat down to a festive dinner, killed in the dungeons below. Rather than face such an end, some of Romes greatest adversaries, including Hannibal, Boudicca and Cleopatra, killed themselves.
From Hannibal to Attila the Hun
Publisher: Thames & Hudson (November, 2004)
12/06/2009
Traição a Viriato
11/06/2009
Recordar é sempre grato, o nome de....VIRIATO!
10/06/2009
09/06/2009
08/06/2009
07/06/2009
06/06/2009
Descrição da Cidade doutros tempos
"Que esta estoria e Cidade de Viseu como seu verdadeiro assumpto, correm parelhas com a ave Fenix, que se esta renasce de suas proprias cinzas, como dela escreveram Lactâncio Firmiano, Claudiano, e outros escritores, tambem esta Cidade de Viseu renasceu de suas cinzas repetidas vezes qual outra Fenix”.
05/06/2009
28/05/2009
A Epopeia Lusitana
Da autoria de Teófilo Braga, antigo Presidente da República Portuguesa, a Zéfiro editou o romance histórico "Viriato - A Epopeia Lusitana".Integrado na colecção "Clássicos Zéfiro", e com a chancela do "Projecto Apeiron" - destinado à edição de obras clássicas reconhecidas pela seu elevado prestígio cultural e literário -, dirigido por Dulce Leal Abalada e Eduardo Amarante, este livro relata a mítica história dos antigos povos lusitanos e do seu chefe heróico, Viriato
27/05/2009
26/05/2009
Do Norte ao Sul
(...) Até há relativamente pouco tempo acreditava-se que Pax Julia teria sido uma cidade fundada pelos romanos, de raiz. Contudo, foi encontrada e identificada naquele local parte de uma espessa muralha pré-romana... sinal inequívoco da existência da cidade antes dos romanos, em algum momento da chamada Idade do Ferro. Assim sendo, também o estudo da romanização e proto-história de Beja pode dizer muito sobre igual momento da cidade de Lisboa. Parece ser ponto assente que, logo após a derrota de Viriato, surgindo a empresa de Décimo Júnio Bruto a partir de Lisboa (que "fortificou"), o território a Sul do Tejo já não deveria constituir problema para os romanos. Seria Beja parte de um território amigável - região "tartéssica" ou "cónia" - que afinal de contas também respirou de alívio com o fim de Viriato (...)?25/05/2009
A Voz dos Deuses
A obra literária mais importante que sobre Viriato se escreveu no século XX em Portugal foi publicada em 1984 e é seu autor João Aguiar. É a mais importante, não só pela fidelidade histórica aos documentos antigos, à arqueologia e aos estudos etnográficos da época em que se insere a acção, mas principalmente porque tem sido uma das mais lidas: em dez anos teve quinze edições. Tem por título A Voz dos Deuses e apresenta-se sob a forma de romance histórico.Mais análise aqui.
19/05/2009
Na Bibilioteca Nacional
Viriato [Visual gráfico / Silva L. lith. - [S.l. : s.n., ca 1850?]. - 1 gravura : litografia, p&b18/05/2009
Sem confirmação
... mas há quem afirme que Viriato, filho de Comínio, terá nascido na localidade de Aritius Vetium (actual Alvega, freguesia do concelho de Abrantes).
Jefe de ladrones?
Diodoro, XXXIII, 1, 5:
"Viriato, el jefe de ladrones lusitano, era justo en el reparto del botín: basaba sus recompensas en el mérito y hacía regalos especiales a aquellos de sus hombres que se distinguían por su valor, además no cogía para su uso particular lo que pertenecía a la reserva común. Debido a ello, los lusitanos le seguían de buen grado a la batalla y lo honraban como su benefactor y salvador común"
"Viriato, el jefe de ladrones lusitano, era justo en el reparto del botín: basaba sus recompensas en el mérito y hacía regalos especiales a aquellos de sus hombres que se distinguían por su valor, además no cogía para su uso particular lo que pertenecía a la reserva común. Debido a ello, los lusitanos le seguían de buen grado a la batalla y lo honraban como su benefactor y salvador común"
17/05/2009
Viriato: Genealogia de um mito
Sobre la iconografía de Viriato pode ler mais em Juan Antonio Morán Cabré no Boletín de la Asociación Española de Amigos de la Arqueología , ISSN 0210-4741 ou sobre o mito de Viriato aqui ou ainda em Amílcar Guerra, Carlos Fabião na Penélope: revista de história e ciências sociais, ISSN 0871-7486
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