05/02/2009

Viriato no Liceu

Teatro - a morte de Viriato - Foto do Neil

04/02/2009

03/02/2009

Frases doutro tempo?

"Há nos confins da Ibéria um povo que nem se governa nem se deixa governar"
Julio César, Imperador Romano.
(wikiquote)

29/01/2009

Ah, herói!


O Francisco tem talento. Boa foto esta do nosso Viriato!

28/01/2009

27/01/2009

Há mais Viriato na net

Aqui na colecção de roupa, ou nos móveis! Mais interessante na história em inglês ou melhor ainda em português. Também em adaptação teatral ou em estudos mais académicos!

26/01/2009

Viriato na letra de Torga

VIRIATO
No princípio era o Verbo e a sua fome,
Depois,
O Verbo olhou-se e reparou nos dois
Que trazia no ventre do seu nome.
Contos largos da vida...
Tudo começa nebuloso e oculto.
Cada forma a nascer, já perseguida
Pela sombra incorpórea do seu vulto.
Pastor de ovelhas, simples criatura
A pintar de infinito a sua tela,
O rebanho que eu tinha era a brancura
Dessa inocência original, singela.
No impreciso azul é que eu morava,
Emigrado feliz da minha ausência.
Longe do berço quente que pisava,
Realizava a humana transcendência.
Mas nisto um lobo astuto e desmedido
Uivou ao meu destino em voz de guerra;
E eu de repente ouvi o teu gemido
Dentro de mim, transfigurado em terra!
O meu nome de ibero é Viriato.
O princípio de ti, ó Mãe, sou eu.
Eu é que fiz o acto
De namorar o chão em vez do céu.
Miguel Torga, Antologia Poética, Círculo de Leitores, 2001

O saber não ocupa lugar

A etimologia do nome Viriato!

25/01/2009

24/01/2009

Mais um livro

"Viriato já não é, como era há pouco mais de cem anos, apanágio do conhecimento de alguns. Graças à educação escolar, passou a pertencer ao imaginário de todos os Portugueses. Resta saber se, com as sucessivas reformas do ensino, com o crescente desinteresse pela leitura e com a gradual deterioração da identidade cultural, o rasto não se perderá nos mais novos"!
Título: O Mito de Viriato na Literatura Portuguesa
Autor: José Barbosa Machado
Editor: Edições Vercial, 2008

23/01/2009

A Cava antiga

São escassas as informações relativas às suas origens, mas permitem concluir que se tratou de um acampamento militar construído pelos Romanos aquando da sua presença na Península. A tese clássica liga a construção da Cava ao tempo e responsabilidade de Décimo Júnio Bruto (137-136 A.C.). É um espaço de planta octogonal, rodeado por muros e por um fosso de protecção. A partir do séc. XVI, foi indevidamente associada ao grande guerreiro lusitano Viriato, passando a ter o seu nome, reforçado neste século pela colocação de um monumento em sua honra. Viriato foi um grande herói, que conseguiu unir vários dos povos que habitavam a península, liderando uma resistência que se opôs ao domínio romano, durante cerca de 8 anos mas a Cava é de facto uma construção romana.

Forum do Viriato

Se um em terra, todos em guerra!

22/01/2009

Viriato segundo Fernando Pessoa

Se a alma que sente e faz conhece
Só porque lembra o que esqueceu,
Vivemos, raça, porque houvesse
Memória em nós do instincto teu.

Nação porque reincarnaste,
Povo porque ressuscitou
Ou tu, ou o de que eras a haste-
Assim se Portugal formou.

Teu ser é como aquella fria
Luz que precede a madrugada,
E é já o ir a haver o dia
Na antemanhã, confuso nada


MENSAGEM de Fernando Pessoa
Segundo- VIRIATO

21/01/2009

A explicação de quem sabe!

Há muito que os nossos antiquários fizeram correr mundo a uma inscrição, existente em Santo Tirso e que daria notícia de um “soldado que venceu Viriato”. Pois bem, aqui fica a explicação para quem quiser saber mais!

20/01/2009

Este livro que vos deixo...

Para quem ainda não conhece toda a história, aqui fica um bom livro!

19/01/2009

Are you shure?

E eles teimam em ver o Viriato nascido aqui!

18/01/2009

Viriato na rádio

A Rádio que não para... parece que parou mesmo, a julgar pelo site!

15/01/2009

E, no entretanto

Tanta coisa aconteceu! Desde as obras na Cava que aqui têm sido comentadas e fotografadas, até ao Império Romano que se mudou para aqui.

Caricaturando o herói

Boa caricatura para uma t-shirt! Mais aqui!

Aviso aos Romanos!

Depois de tanto tempo ás moscas, decidi-me a ir de novo à luta!

28/12/2006

Votos de Viriato para 2007


Dê um DUPLO CLIQUE na PASSAGEM DE ANO! ARRASTE A FELICIDADE para a sua PASTA PRINCIPAL, SALVE-A em todos seus FICHEIROS PESSOAIS, SELECCIONE-A como seu DOCUMENTO MODELO. De seguida use-a para FORMATAR a sua vida: JUSTIFIQUE-a e ALINHE-a, sem QUEBRAS na sua caminhada ao longo do ano. Que a PAZ não seja apenas um ÍCONE, um ACESSÓRIO, uma FERRAMENTA, um RODAPÉ, um FICHEIRO TEMPORÁRIO, mas o CABEÇALHO e a LETRA PRINCIPAL desse seu caminho.
Que 2007 seja o seu PAINEL DE CONTROLE para DESFRAGMENTAR sua vida, fazer DOWNLOAD de seus sonhos e OPTIMIZAR suas realizações. CLIQUE agora em OK para REINICIAR e ACTUALIZAR seus CONTEÚDOS!
Feliz 2007 para todos do vosso Viriato de sempre!

Ano a ano...


Há um ano:
(...) As obras para a implementação do funicular que ligará o Largo da Feira de S. Mateus ao centro histórico de Viseu deverão arrancar no início do próximo ano. A garantia foi deixada pelo autarca viseense aquando da abertura de uma segunda faixa de rodagem na Avenida Emídio Navarro junto à Cava Viriato. Fernando Ruas anunciou que assim que o funicular entrar em funcionamento o acesso ao centro histórico ficará "livre de trânsito".
09Dez2005 in DRegional

Um ano depois:

Em 2007 prevê-se ainda o lançamento do funicular, transporte não poluente para a Calçada de Viriato.
26Dec06 in
DRegional
É agora que o Viriato ainda sem comboio vai ter um funicular...

Viriato por categoria

Um Viriato ligeiro descoberto pelo AJ e logo a seguir o pesado...

17/12/2006

Viriato e os estudantes


Viriato na loja académica... gentileza do AJ

14/12/2006

Versão deviantart


Também não estou mal nesta versão deviantart! Gamado aqui.

Já me pintaram assim

L., Silva, fl. ca. 1845-1860
Viriato (Visual gráfico/Silva L. lith. - (S.l. : s.n., ca 1850?). - 1 gravura: litografia, p&b . Mais info aqui

Ai, sim? Não me digas!

(...) Ainda dentro da cidade, sendo sempre agradável passar pelo Rossio, há um outro local de visita obrigatória: a Cava de Viriato. O local pode desiludir. (...)
in Pousadas da Juventude

Viriato ibérico?


E, os tipos são teimosos! Teimam em fazer-me espanhol! Também, não admira... por cá, arrumaram-me atrás das grades da Feira! Os "nuestros hermanos" até me levam ao Teatro! "Conho"!

Sabe quem disse isto?

"Não existe riqueza maior do que o valor de cada um."

E, por cá? Ninguém me estuda, porquê?

(...) “La semblanza que del famoso jefe lusitano consagra la historiagrafía antigua sirve de paradigma para reflexionar sobre un fenómeno de hondo significado en la vida de los pueblos prerromanos, la guerra. Entre los muchos enfoques posibles, la acción bélica es revisada en tanto mecanismo de contacto cultural generador a su vez de una serie de efectos sociales y económicos en el seno de los grupos litigantes. Recurriendo además de a las fuentes literarias, a apoyos arqueológicos (distribución de riqueza en necrópolis de fines de la Edad del Hierro, con especial atención a las “tumbas de guerrero”) y a modelos antropológicos, intentaremos dilucidar el papel que la redistribución de botines y tributos guerreros -entendidos como el resultado de un intercambio violento en cualquier de sus modalidades (contienda, ataque puntual, robo…)- desempeña en la articulación socio-política de las gentes del occidente peninsular. La manera en que los “jefes militares”, que son quienes suelen dirigir estos repartos, proceden a la distribución de mercancías entre la población, se muestra en el registro literario como argumento moralizante o anecdótico según los casos. Pero al tiempo constituye un testimonio útil para refrendar la existencia de una fuerte jerarquización habida cuenta que este procedimiento camufla en sí mismo una medida de ordenamiento social. Sólo en este sentido nos permitimos calificar a Viriato con el poco ortodoxo apelativo de jefe redistributivo" (...)

Excelente artigo de
Eduardo Sanchez Moreno (Departamento de Historia Antigua, Universidad Autónoma de Madrid)

Rey de los Celtas


(Celtiké, 147-130 a. C). Representación dialogada de algunos momentos de la vida de un hombre al que los celtas dieron "Las virias", sólo concedido a los héroes- y los romanos reconocieron como "Amicus populi romani" -sólo concedido a los reyes-.
Este luso-vettón vive su infancia en el Bajo Duero. Dicen que las ocho franjas de la Seña Bermeja, bandera zamorana, se deben a las victorias de este caudillo. Este Viriato aquí expuesto, si tú quieres, podría ser el héroe de los tiempos futuros.

Maclug D´Obrhervat, Editorial Célya

06/12/2006

Sugestão de leitura (do AJ)


Num texto escorreito, o autor Pedro Silva, dá a conhecer a origem, história e dissolução deste bravo conjunto de homens que ficaram conhecidos como Lusitanos. Localizados no espaço geográfico que se denomina por Beira Interior, estes antepassados dos portugueses souberam construir, à custa de um feitio indomável e lutador, uma aura de guerreiros de grande valor e símbolos verdadeiros da crença inabalável do espírito de independência. Longe da ideia de bárbaros, que os romanos pretenderam passar à posteridade, este homens criados no seio de condições climáticas adversas e em locais desprovidos de condições perfeitas de sobrevivência, conseguiram dedicar-se às artes (principalmente à música) e cultuar de uma forma bastante evoluída para época, demonstrando desenvolvimento intelectual significativo. Vivendo em comunidade, não descuraram a família e estimavam os anciãos, dando provas de um maior respeito para com os maiores do que frequentemente acontece na actualidade. Assim sendo, podemos afirmar de forma concludente que os Lusitanos eram bem mais do que homens rudes de arma em riste, como o leitor poderá comprovar através da leitura da presente obra. Acima de tudo, os Lusitanos representaram a Alma do que fomos num passado distante e aquilo que gostaríamos de ser no futuro.
Da contracapa da “História dos Lusitanos”
Autor: Pedro Silva
Editora: Prefácio - Edição de Livros, Lda., Lisboa
Capa: Biuni Ano de edição: 2006

29/11/2006

Limpeza lusitana


Aos poucos e poucos o AJ lá vai ampliando o meu inventário. Desta feita é a Lavandaria Viriato que é uma coisa que dá sempre jeito para limpar certas "nódoas" na cidade!

22/11/2006

Ao cimo da calçada


O funicular ainda nem se vê, lembra-me nestas fotos o AJ.

14/11/2006

Viriato no futebol


Afinal o AJ já descobriu a minha escola de futebol!

04/11/2006

Viriato a gás...


Há mais Viriato no blog do AJ

03/11/2006

Viriato em poema

O tempo passa, d’ampulheta a areia
De quantas vidas a memoria apaga!...
Em quantos craneos aniquilla a ideia!...
Em quantos peitos o sentir esmaga!...


Mas tu, não te esqueces de mim!

02/11/2006

Viriato espanhol?

Pergunta-se aqui porque isto não teve lugar em Viseu. Responda quem souber!

No Teatro Viriato

Esta é uma excelente ideia de reciclagem!

Sou de Portugal e de Viseu!

Há por aqui quem recorde o herói Viriato e quem o questione... Mas, por outro lado, com exemplos destes não me admira nada que os "nuestros hermanos" reclamem os direitos sobre Viriato. Porque não acolheu nem escolheu Viseu esta iniciativa? Porque não convidar os artistas para realizarem a peça em Viseu?

28/10/2006

26/10/2006

Curvas e rectas




O AJ enviou estas 3 fotos do edifício Viriato I, junto às Pedras Alçadas e o II lá vai crescendo mesmo com investidor e rei do vinho a granel à perna com a justiça.

20/10/2006

Discussão do dia... foto da semana!

Por aqui correm opiniões e opiniões... a foto é do Pedro Simões!

16/10/2006

15/10/2006

Muralhas romanas

Das muralhas do meu tempo aqui fica uma recordação "deslocalizada"... as outras estão aqui perto, "submersas"!

11/10/2006

Marca Registada


O Armazém Idálio Merino usava esta marca com o Viriato numa postura pouco habitual. A marca foi registada e a família Merino recusou-se a vender depois do encerramento do armazém. Retirado da Revista Beira-Alta 1942 - 4º trimestre e chegado directamente do maravilhoso baú do AJ.

07/10/2006

Portas fechadas


Aqui está a minha Porta na Rotunda da Estrada de Nelas. Não parece, mas é! O autor é o escultor Manuel Patinha. Foi inaugurada em Março de 2000 e era para estar disponível neste endereço, se não estivesse em remodelação há muitos meses... Faz-me lembrar o Museu Digital do Grão Vasco do Viseu Digital! Viste-o? Era para ter sido em Fev06! Pois...

02/10/2006

Viriato na História e em livro


VIRIATO – HISTÓRIA E SÍMBOLO - No Prefácio à edição Portuguesa

(…)Surge, pois, a investigação de Maurício Pastor Muñoz no momento certo da historiografia peninsular. Urgia rever os textos antigos, pô-los lado a lado, cotejá-los com os dados da Linguística, da Arqueologia, da Epigrafia… enfim, de todo um conjunto de ciência que, nomeadamente a partir de década de 70 do século passado, começaram a ganhar jus de maior presença nos curricula universitários quer a nível de docência quer no âmbito da investigação.
(…)A originalidade da obra não reside apenas nessa tentativa (que podemos dizer alcançada) de relatar factos, alinhando-os cronologicamente e geograficamente (na medida do possível) mas também - e quiçá esta seja a sua maior valia – no circunstanciado cotejo das fontes literárias, que nos levam, alfim, a ver em Viriato, para além da personagem histórica, um exemplar arquétipo vestido pelos historiadores antigos nas sublimes roupagens das suas ideologias.
Cascais, 25 de Abril de 2006
José d’Encarnação - Professor catedrático da Universidade de Coimbra

"VIRIATO - O herói lusitano que lutou pela liberdade do seu povo"
Autor - historiador espanhol Maurício Pastor Muñoz, professor de História Antiga da Universidade de Granada.
Título original: Viriato
Ano de edição 2004 1ª Edição portuguesa revista e aumentada: Setembro de 2006
Tradução: Luís Santos

Editor: A Esfera dos Livros, Lisboa
Para ler as primeira páginas deste livro clique aqui! A sugestão é do AJ!

29/09/2006

Viriato Didáctico

O pessoal já comprou o material para a escola?
Então, passe a publicidade, Loja na Avenida da Bélgica, perto da oficina das motorizadas (Ciclomotor Viriato).

25/09/2006

Carochas na Cava


Esta foi registada na Cava junto à estátua do herói lusitano.

24/09/2006

Muralha romana da Cidade

Ao menos por aqui a coisa ficou arranjadinha...

À noite vê-se assim...

Era bem grande a muralha dos meus antepassados... restou esta!

E seria de esperar outra coisa?

Tudo na mesma... como a lesma, diz o RB

21/09/2006

Parabéns Viseu

Deixem que vos recorde que hoje é Dia do Municipio.

As marcas da Cava


Lembra-me o AJ, defensor incansável da minha Cava que das "promessas" só se vê para já a marca deixada pelos topógrafos, no 2º troço da Cava! Ao que parece, a simples limpeza e as obras é que continuam atrasadas e sem verba...

Viriato a motor

No meu tempo não havia disto. Nem bicicletas, sequer!...
"Ciclomotor Viriato", na Avenida Bélgica e frente à Cava!

07/09/2006

A minha Casa


Passe a publicidade mas o atento amigo AJ, imparável lutador pela conservação e requalificação da Cava de Viriato manda esta foto do "Estabelecimento na Rua João Mendes que já foi do Sr. Cavaleiro, pai do João que jogou no C.F. Os Repesenses, CAF - Académico de Viseu, União de Leiria, Académica de Coimbra, União de Coimbra, Beira Mar, Sporting da Covilhã e Salgueiros."

04/09/2006

Não há quem lhes faça sombra?

Nem com a minha sombra se assustam... dum lado a cultura pimba, do outro o abandono da Cava. Que hei-de fazer?

31/08/2006

O “Viriato” no futebol


Futebol Jovem – O “Viriato” preparava e educava os seus jovens para o futuro. Equipa de jovens futebolistas do Sport Ribeira e Viriato - 1916
Agremiação desportiva fundada em 1911 Sócio Honorário da Associação de Futebol de Viseu Retirada do livro de Carlos Costa, “Viseu Futebol” publicado em Viseu em Outubro de 2004 - Volume 1, que infelizmente será único devido ao falecimento do autor ocorrido no ano de 2005. Leitura aconselhada pelo AJ por conter memórias, muito interessantes, sobre a história do futebol em Viseu.

30/08/2006

Sons de Viriato

Por aqui andam uns guerreiros de Viriato... em versão heavy metal!

22/08/2006

Leitura de férias


(...) 15 - Os senhores do mundo Ocidental
Diferentemente de Alexandre o Grande, os romanos nunca tiveram a ambição de criar um vasto Império em que todos os homens dos países conquistados pelas legiões romanas – países cujo número não parava de aumentar – fossem submetidos a uma única legislação, a de Roma. Os países conquistados tinham uma condição à parte. Eram chamados de “províncias romanas”. Eram ocupados por tropas de soldados e por funcionários romanos, que se consideravam superiores às populações autóctones, mesmo que estas fossem de fenícios, judeus ou gregos, que já possuíam uma cultura antiga. Aos olhos dos romanos, os autóctones só serviam para pagar. Eram submetidos a impostos esmagadores e tinham que enviar cereais a Roma regularmente. Se pagassem suas dívidas, eram deixados em relativa tranquilidade. Tinham autorização, por exemplo, para manter sua religião e sua língua materna. As províncias, por outro lado, aproveitavam essa presença estrangeira, pois os romanos traziam o seu conhecimento práctico, tal como o de construção de estradas. Muitas dessas estradas, muito bem pavimentadas, partiam de Roma, travessavam as grandes planícies italianas e transpunham desfiladeiros para chegar às mais distantes regiões do Império. É claro que os romanos não as construíam por amor a essas populações longínquas, mas porque viam nisso uma vantagem para eles. Graças a essa importante rede de estradas, podiam enviar rapidamente informações e tropas aos quatro cantos do Império. (...)

Ernerst H. Gombrich in ”Breve História do Mundo”, Tradução de Monica Sthael, Capa de Renata Miyabe Ueda e Ilustrações de Fabian Negrin, Editora Martins Fontes, São Paulo 2001.
ET: O conselho de leitura é do AJ.