
14/12/2006
Já me pintaram assim
L., Silva, fl. ca. 1845-1860Viriato (Visual gráfico/Silva L. lith. - (S.l. : s.n., ca 1850?). - 1 gravura: litografia, p&b . Mais info aqui
Ai, sim? Não me digas!
(...) Ainda dentro da cidade, sendo sempre agradável passar pelo Rossio, há um outro local de visita obrigatória: a Cava de Viriato. O local pode desiludir. (...)
in Pousadas da Juventude
in Pousadas da Juventude
Viriato ibérico?
E, os tipos são teimosos! Teimam em fazer-me espanhol! Também, não admira... por cá, arrumaram-me atrás das grades da Feira! Os "nuestros hermanos" até me levam ao Teatro! "Conho"!
E, por cá? Ninguém me estuda, porquê?
(...) “La semblanza que del famoso jefe lusitano consagra la historiagrafía antigua sirve de paradigma para reflexionar sobre un fenómeno de hondo significado en la vida de los pueblos prerromanos, la guerra. Entre los muchos enfoques posibles, la acción bélica es revisada en tanto mecanismo de contacto cultural generador a su vez de una serie de efectos sociales y económicos en el seno de los grupos litigantes. Recurriendo además de a las fuentes literarias, a apoyos arqueológicos (distribución de riqueza en necrópolis de fines de la Edad del Hierro, con especial atención a las “tumbas de guerrero”) y a modelos antropológicos, intentaremos dilucidar el papel que la redistribución de botines y tributos guerreros -entendidos como el resultado de un intercambio violento en cualquier de sus modalidades (contienda, ataque puntual, robo…)- desempeña en la articulación socio-política de las gentes del occidente peninsular. La manera en que los “jefes militares”, que son quienes suelen dirigir estos repartos, proceden a la distribución de mercancías entre la población, se muestra en el registro literario como argumento moralizante o anecdótico según los casos. Pero al tiempo constituye un testimonio útil para refrendar la existencia de una fuerte jerarquización habida cuenta que este procedimiento camufla en sí mismo una medida de ordenamiento social. Sólo en este sentido nos permitimos calificar a Viriato con el poco ortodoxo apelativo de jefe redistributivo" (...)
Excelente artigo de Eduardo Sanchez Moreno (Departamento de Historia Antigua, Universidad Autónoma de Madrid)
Excelente artigo de Eduardo Sanchez Moreno (Departamento de Historia Antigua, Universidad Autónoma de Madrid)
Rey de los Celtas

(Celtiké, 147-130 a. C). Representación dialogada de algunos momentos de la vida de un hombre al que los celtas dieron "Las virias", sólo concedido a los héroes- y los romanos reconocieron como "Amicus populi romani" -sólo concedido a los reyes-.
Este luso-vettón vive su infancia en el Bajo Duero. Dicen que las ocho franjas de la Seña Bermeja, bandera zamorana, se deben a las victorias de este caudillo. Este Viriato aquí expuesto, si tú quieres, podría ser el héroe de los tiempos futuros.
Maclug D´Obrhervat, Editorial Célya
Maclug D´Obrhervat, Editorial Célya
06/12/2006
Sugestão de leitura (do AJ)

Num texto escorreito, o autor Pedro Silva, dá a conhecer a origem, história e dissolução deste bravo conjunto de homens que ficaram conhecidos como Lusitanos. Localizados no espaço geográfico que se denomina por Beira Interior, estes antepassados dos portugueses souberam construir, à custa de um feitio indomável e lutador, uma aura de guerreiros de grande valor e símbolos verdadeiros da crença inabalável do espírito de independência. Longe da ideia de bárbaros, que os romanos pretenderam passar à posteridade, este homens criados no seio de condições climáticas adversas e em locais desprovidos de condições perfeitas de sobrevivência, conseguiram dedicar-se às artes (principalmente à música) e cultuar de uma forma bastante evoluída para época, demonstrando desenvolvimento intelectual significativo. Vivendo em comunidade, não descuraram a família e estimavam os anciãos, dando provas de um maior respeito para com os maiores do que frequentemente acontece na actualidade. Assim sendo, podemos afirmar de forma concludente que os Lusitanos eram bem mais do que homens rudes de arma em riste, como o leitor poderá comprovar através da leitura da presente obra. Acima de tudo, os Lusitanos representaram a Alma do que fomos num passado distante e aquilo que gostaríamos de ser no futuro.
Da contracapa da “História dos Lusitanos”
Autor: Pedro Silva
Editora: Prefácio - Edição de Livros, Lda., Lisboa
Capa: Biuni Ano de edição: 2006
Da contracapa da “História dos Lusitanos”
Autor: Pedro Silva
Editora: Prefácio - Edição de Livros, Lda., Lisboa
Capa: Biuni Ano de edição: 2006
29/11/2006
22/11/2006
14/11/2006
04/11/2006
03/11/2006
Viriato em poema
O tempo passa, d’ampulheta a areia
De quantas vidas a memoria apaga!...
Em quantos craneos aniquilla a ideia!...
Em quantos peitos o sentir esmaga!...
Mas tu, não te esqueces de mim!
De quantas vidas a memoria apaga!...
Em quantos craneos aniquilla a ideia!...
Em quantos peitos o sentir esmaga!...
Mas tu, não te esqueces de mim!
02/11/2006
Sou de Portugal e de Viseu!
Há por aqui quem recorde o herói Viriato e quem o questione... Mas, por outro lado, com exemplos destes não me admira nada que os "nuestros hermanos" reclamem os direitos sobre Viriato. Porque não acolheu nem escolheu Viseu esta iniciativa? Porque não convidar os artistas para realizarem a peça em Viseu?
28/10/2006
26/10/2006
Curvas e rectas
20/10/2006
16/10/2006
15/10/2006
11/10/2006
Marca Registada
07/10/2006
Portas fechadas

Aqui está a minha Porta na Rotunda da Estrada de Nelas. Não parece, mas é! O autor é o escultor Manuel Patinha. Foi inaugurada em Março de 2000 e era para estar disponível neste endereço, se não estivesse em remodelação há muitos meses... Faz-me lembrar o Museu Digital do Grão Vasco do Viseu Digital! Viste-o? Era para ter sido em Fev06! Pois...
02/10/2006
Viriato na História e em livro

VIRIATO – HISTÓRIA E SÍMBOLO - No Prefácio à edição Portuguesa
(…)Surge, pois, a investigação de Maurício Pastor Muñoz no momento certo da historiografia peninsular. Urgia rever os textos antigos, pô-los lado a lado, cotejá-los com os dados da Linguística, da Arqueologia, da Epigrafia… enfim, de todo um conjunto de ciência que, nomeadamente a partir de década de 70 do século passado, começaram a ganhar jus de maior presença nos curricula universitários quer a nível de docência quer no âmbito da investigação.
(…)A originalidade da obra não reside apenas nessa tentativa (que podemos dizer alcançada) de relatar factos, alinhando-os cronologicamente e geograficamente (na medida do possível) mas também - e quiçá esta seja a sua maior valia – no circunstanciado cotejo das fontes literárias, que nos levam, alfim, a ver em Viriato, para além da personagem histórica, um exemplar arquétipo vestido pelos historiadores antigos nas sublimes roupagens das suas ideologias.
Cascais, 25 de Abril de 2006
José d’Encarnação - Professor catedrático da Universidade de Coimbra
"VIRIATO - O herói lusitano que lutou pela liberdade do seu povo"
Autor - historiador espanhol Maurício Pastor Muñoz, professor de História Antiga da Universidade de Granada.
Título original: Viriato
Ano de edição 2004 1ª Edição portuguesa revista e aumentada: Setembro de 2006
Tradução: Luís Santos
Editor: A Esfera dos Livros, Lisboa
Para ler as primeira páginas deste livro clique aqui! A sugestão é do AJ!
José d’Encarnação - Professor catedrático da Universidade de Coimbra
"VIRIATO - O herói lusitano que lutou pela liberdade do seu povo"
Autor - historiador espanhol Maurício Pastor Muñoz, professor de História Antiga da Universidade de Granada.
Título original: Viriato
Ano de edição 2004 1ª Edição portuguesa revista e aumentada: Setembro de 2006
Tradução: Luís Santos
Editor: A Esfera dos Livros, Lisboa
Para ler as primeira páginas deste livro clique aqui! A sugestão é do AJ!
29/09/2006
25/09/2006
21/09/2006
As marcas da Cava

Lembra-me o AJ, defensor incansável da minha Cava que das "promessas" só se vê para já a marca deixada pelos topógrafos, no 2º troço da Cava! Ao que parece, a simples limpeza e as obras é que continuam atrasadas e sem verba...
14/09/2006
07/09/2006
A minha Casa

Passe a publicidade mas o atento amigo AJ, imparável lutador pela conservação e requalificação da Cava de Viriato manda esta foto do "Estabelecimento na Rua João Mendes que já foi do Sr. Cavaleiro, pai do João que jogou no C.F. Os Repesenses, CAF - Académico de Viseu, União de Leiria, Académica de Coimbra, União de Coimbra, Beira Mar, Sporting da Covilhã e Salgueiros."
04/09/2006
Não há quem lhes faça sombra?
31/08/2006
O “Viriato” no futebol

Futebol Jovem – O “Viriato” preparava e educava os seus jovens para o futuro. Equipa de jovens futebolistas do Sport Ribeira e Viriato - 1916
Agremiação desportiva fundada em 1911 Sócio Honorário da Associação de Futebol de Viseu Retirada do livro de Carlos Costa, “Viseu Futebol” publicado em Viseu em Outubro de 2004 - Volume 1, que infelizmente será único devido ao falecimento do autor ocorrido no ano de 2005. Leitura aconselhada pelo AJ por conter memórias, muito interessantes, sobre a história do futebol em Viseu.
30/08/2006
22/08/2006
Leitura de férias

(...) 15 - Os senhores do mundo Ocidental
Diferentemente de Alexandre o Grande, os romanos nunca tiveram a ambição de criar um vasto Império em que todos os homens dos países conquistados pelas legiões romanas – países cujo número não parava de aumentar – fossem submetidos a uma única legislação, a de Roma. Os países conquistados tinham uma condição à parte. Eram chamados de “províncias romanas”. Eram ocupados por tropas de soldados e por funcionários romanos, que se consideravam superiores às populações autóctones, mesmo que estas fossem de fenícios, judeus ou gregos, que já possuíam uma cultura antiga. Aos olhos dos romanos, os autóctones só serviam para pagar. Eram submetidos a impostos esmagadores e tinham que enviar cereais a Roma regularmente. Se pagassem suas dívidas, eram deixados em relativa tranquilidade. Tinham autorização, por exemplo, para manter sua religião e sua língua materna. As províncias, por outro lado, aproveitavam essa presença estrangeira, pois os romanos traziam o seu conhecimento práctico, tal como o de construção de estradas. Muitas dessas estradas, muito bem pavimentadas, partiam de Roma, travessavam as grandes planícies italianas e transpunham desfiladeiros para chegar às mais distantes regiões do Império. É claro que os romanos não as construíam por amor a essas populações longínquas, mas porque viam nisso uma vantagem para eles. Graças a essa importante rede de estradas, podiam enviar rapidamente informações e tropas aos quatro cantos do Império. (...)
Ernerst H. Gombrich in ”Breve História do Mundo”, Tradução de Monica Sthael, Capa de Renata Miyabe Ueda e Ilustrações de Fabian Negrin, Editora Martins Fontes, São Paulo 2001.
ET: O conselho de leitura é do AJ.
Diferentemente de Alexandre o Grande, os romanos nunca tiveram a ambição de criar um vasto Império em que todos os homens dos países conquistados pelas legiões romanas – países cujo número não parava de aumentar – fossem submetidos a uma única legislação, a de Roma. Os países conquistados tinham uma condição à parte. Eram chamados de “províncias romanas”. Eram ocupados por tropas de soldados e por funcionários romanos, que se consideravam superiores às populações autóctones, mesmo que estas fossem de fenícios, judeus ou gregos, que já possuíam uma cultura antiga. Aos olhos dos romanos, os autóctones só serviam para pagar. Eram submetidos a impostos esmagadores e tinham que enviar cereais a Roma regularmente. Se pagassem suas dívidas, eram deixados em relativa tranquilidade. Tinham autorização, por exemplo, para manter sua religião e sua língua materna. As províncias, por outro lado, aproveitavam essa presença estrangeira, pois os romanos traziam o seu conhecimento práctico, tal como o de construção de estradas. Muitas dessas estradas, muito bem pavimentadas, partiam de Roma, travessavam as grandes planícies italianas e transpunham desfiladeiros para chegar às mais distantes regiões do Império. É claro que os romanos não as construíam por amor a essas populações longínquas, mas porque viam nisso uma vantagem para eles. Graças a essa importante rede de estradas, podiam enviar rapidamente informações e tropas aos quatro cantos do Império. (...)
Ernerst H. Gombrich in ”Breve História do Mundo”, Tradução de Monica Sthael, Capa de Renata Miyabe Ueda e Ilustrações de Fabian Negrin, Editora Martins Fontes, São Paulo 2001.
ET: O conselho de leitura é do AJ.
21/08/2006
Como a lesma...
De volta aos sítios de Viriato depois dumas breves férias o que se encontra de novo (ou velho) é isto por aqui!
04/08/2006
03/08/2006
Imagens de Viseu que ficam na memória


Esta tarde o AJ passou no Viriato e apanhou estas. Ao que parece, uma das consequências negativas da nova Praça de Viriato foi a de afastar os visitantes da Cava e do Viriato. Estes, estacionaram o autocarro em sítio proibido e vieram visitar os heróis Lusitanos. São cada vez mais o visitantes a testemunhar o abandono a que o local tem sido votado. São nacionais e estrangeiros que de guia na mão, passeiam na autêntica lixeira (estrumeira, talvez fosse termo mais apropriado) em que a Cava se transformou.
01/08/2006
30/07/2006
As novas salas de chuto... perto da Cava
29/07/2006
26/07/2006
Sinais de vida na Cava
23/07/2006
Viriatos doutros tempos
20/07/2006
Há por aí mamarrachos!
Num destes dias o AJ apanhou o "Mamarracho" a esconder-se, envergonhado, entre os centenários carvalhos da Cava. Sabem porquê? Por isto mesmo!
18/07/2006
Pão de Viriato
17/07/2006
Viriato sobre rodas
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