01/08/2006
30/07/2006
As novas salas de chuto... perto da Cava
29/07/2006
26/07/2006
Sinais de vida na Cava
23/07/2006
Viriatos doutros tempos
20/07/2006
Há por aí mamarrachos!
Num destes dias o AJ apanhou o "Mamarracho" a esconder-se, envergonhado, entre os centenários carvalhos da Cava. Sabem porquê? Por isto mesmo!
18/07/2006
Pão de Viriato
17/07/2006
Viriato sobre rodas
16/07/2006
14/07/2006
Contra factos...
12/07/2006
09/07/2006
1ª Ópera VIRIATO

O que melhor fixamos não é o que aprendemos mas o que amamos. Nas planícies de Castela, onde outrora houve lugares pantanais e florestas de fetos como leques cobrindo a luz do sol, eu passei um dia. Na estrada para Zamora lá estava a casa que o meu avô construiu com o engenho que lhe era próprio. Era um homem empreendedor e com mau génio que era indício de fazedor de reinos, quando havia reinos para fazer. Devias ficar-lhe bem a cota de malha e o brial com plumas. Como a Viriato, quando se deu conta que o modo de vestir torna urgente o respeito e a vassalagem. Sempre ouvi, na estreita paróquia lá de casa, que o braço de Viriato estava nas armas de Zamora. Não um braço de pastor, mas o de um guerreiro. No ano de 1904, em doze de Janeiro, Zamora descerra a estátua de Viriato erguida sobre uma enorme pedra granítica de Sayago. Desde a minha infância que eu ouvi as pícaras histórias de sayagueses, famosos pelo génio calado e recolhido. (…) Em terceiro lugar (coisa extraordinária), o licor Viriato, feito na pequena fábrica de Corrales, foi invenção do meu avô Lourenço, homem de muitos engenhos e competências, e que nesse começo de século se casou em Corrales del Vino com uma mulher formosa de nome Agustina.(…)
“Fama e Segredo na História de Portugal”, de Agustina Bessa-Luís Ficção, Romance Histórico Desenhos, Colagens e Fotografias de Luís Miguel Castro Concepção artística de Luís Miguel Castro, Vinhetas dos capítulos de Tomás Pracana Colecção três sinais, da Guerra & Paz, Editores, S.A., Maio de 2006
“Fama e Segredo na História de Portugal”, de Agustina Bessa-Luís Ficção, Romance Histórico Desenhos, Colagens e Fotografias de Luís Miguel Castro Concepção artística de Luís Miguel Castro, Vinhetas dos capítulos de Tomás Pracana Colecção três sinais, da Guerra & Paz, Editores, S.A., Maio de 2006
07/07/2006
Imperador Romano

Os Imperadores romanos procuravam não vestir a toga púrpura: a recordação de Júlio César aterrava-os. Domiciano foi o primeiro que a usou. A toga imperial tinha bordada uma ampla orla dourada. No tempo de Séptimo Severo, a toga desapareceu e só ficou a barra dourada a ouro, que designava os altos funcionários. Como insígnias, o imperador ostentava uma coroa de folhas de louro, douradas e um ceptro de marfim com uma águia de ouro pousada em cima.
In "História do Trajo Universal" - Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas/ Lisboa 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme
ET: Diz-me o AJ que está prestes a esgotar esta colecção de cromos. Espero que tenha mais no baú! Há por aí pelo burgo uma data de "cromos" mas não têm lugar neste blog!
In "História do Trajo Universal" - Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas/ Lisboa 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme
ET: Diz-me o AJ que está prestes a esgotar esta colecção de cromos. Espero que tenha mais no baú! Há por aí pelo burgo uma data de "cromos" mas não têm lugar neste blog!
06/07/2006
Faz o que eu digo
O AJ quando me enviou esta foto fez-me lembrar um ditado já dos tempos dos meus avós lusitanos... faz o que eu digo, não faças o que eu faço!05/07/2006
04/07/2006
Rei lá fora...
O AJ avisou-me desta forma que vou ser Rei em Mérida... Vá lá, cá no burgo sou um triste ignorado! Também vos deixo aqui dois links para me visitarem (Festival e cidade de Mérida). Olhem, que isto até me dói... os nuestros hermanos a promoverem as suas cidades, o seu turismo com a minha figura e aqui, nem o lixo me tiram da Cava! Arre, que mé(ri)da esta!03/07/2006
A minha escola
E, na Escola com o meu nome ganhou o prémio ‘melhor peça’, da 6.ª edição do ‘Festival de Teatro Jovem’, lembra-me o AJ e bem! A juventude envolvida "e não só" estão de parabéns02/07/2006
Travessa de Viriato
O AJ hoje dedicou um pouco de atenção à Travessa de Viriato
Foto da entrada da Travessa de Viriato do lado sul - junto ao túnel de Viriato;
Janelas com azulejos da moradia do nº 27;
Foto da entrada da Travessa de Viriato do lado sul - junto ao túnel de Viriato;
Janelas com azulejos da moradia do nº 27; A placa toponímica não existe...bem a procurou o AJ mas foi em vão. O piso da travessa está num estado deplorável. A calçada à portuguesa está muito, mal, remendada com alcatrão e cheia de irregularidade e buracos. O mesmo é válido para a Rua Capitão Salomão que fica em paralelo. Foi prometido aos vizinhos e moradores o arranjo destas artérias quando das obras do Programa Polis e até agora...
26/06/2006
25/06/2006
24/06/2006
Centurião Romano

Para manterem a supremacia sobre os povos subjugados, os Romanos tinham uma bem montada máquina de guerra. As suas legiões, para melhor disciplina, estavam divididas em “centúrias” (100 homens) comandadas por um centurião que fazia cumprir as ordens superiores. Os centuriões e os outros combatentes de categoria usavam uma espécie de albornoz provido de capuz, ao qual davam o nome de “penula”.
In "História do Trajo Universal", Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme.
In "História do Trajo Universal", Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme.
O AJ, lembra ainda que quem quiser "brincar" de Centurião deve ler as condições e inscrever-se aqui.
23/06/2006
Ah, finalmente malta amiga



Campo de Viriato, 15 horas e alguns minutinhos, dia 21 de Junho de 2006.. Hoje até me assustei! De repente, do pequeno autocarro vindo dos lados do ex-quartel da GNR saiu a correr na minha direcção um grupo de "jovens" que vinha visitar os Heróis Lusitanos! Fizeram uma pequena festa com fotos e carícias na malta por aqui... talvez fossem velhos conhecidos? Pareciam apressados mas, não quiseram vir a Viseu sem visitar cá o Viriato e os meus guerreiros. Ainda bem que não subiram à Cava e não viram a desgraça que por alí vai! Alguns mais sensíveis poderiam desfalecer ou ter algum ataque! E, também não percebi porque ficaram tão espantados com a rede... o AJ registou o momento mas também não lhes soube explicar e não sei se na Praça da República alguém saberá!
20/06/2006
Leitura aconselhada pelo AJ

“A Terra de Endovélico – O Deus dos Lusitanos”; Autor: José Galambas; Prefácio: Manuel Calado; Revisão: Luís-Carlos Silva; Ilustrações: Eunice Gomes; Colecção: Ventos do Imaginário; 1ª Edição Maio de 2006; Editora: Zéfiro – Edições e Actividades Culturais, Unipessoal Lda., Apartado 1047 - 2856 - 909 Corroios – Portugal.
José Galambas nasceu em Setúbal a 13 de Novembro de 1973. Licenciado em Investigação Social Aplicada pela Universidade Moderna. Colabora permanentemente em diversos Blogues na Internet e escreve regularmente há vários anos, tendo publicado textos no Boletim Lusophia.
“A Terra de Endovélico – O Deus dos Lusitanos” é o seu primeiro romance publicado.
José Galambas nasceu em Setúbal a 13 de Novembro de 1973. Licenciado em Investigação Social Aplicada pela Universidade Moderna. Colabora permanentemente em diversos Blogues na Internet e escreve regularmente há vários anos, tendo publicado textos no Boletim Lusophia.
“A Terra de Endovélico – O Deus dos Lusitanos” é o seu primeiro romance publicado.
19/06/2006
17/06/2006
Apelo à revolta?

O "Postal da Semana" do "Jornal da Beira", do dia 15 vem em defesa da nossa Cava. E, é curioso até... desta feita o autor do Postal parece zangado com a Câmara... Ele que costuma dizer sempre ámen, faz um apelo à revolta. mas, não admira, pois já são tantas que a coisa está a ficar feia! A propósito, estive aqui com o AJ que me mostrou o artigo e eu mostrei-lhe que ainda está tudo na mesma... senão até pior!
A mulher etrusca

Aos poucos o AJ vai completando a minha colecção de cromos e preenchendo as memórias do meu tempo. Onde terá ele este baú? Hoje mandou-me um que ilustra as mulheres estruscas que, segundo me recordo, "usavam um comprido vestido cingido ao corpo, que alargava em baixo, e com mangas folgadas. Quando saíam, punham um manto igual ao dos homens, deitado sobre os ombros. As indústrias de cerâmica e metais atingiram elevado desenvolvimento, e a ornamentação acusava uma tendência oriental, semelhante à assírica e, mais tarde à grega. "
In "História do Trajo Universal" - Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas/ Lisboa 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme
In "História do Trajo Universal" - Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas/ Lisboa 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme
16/06/2006
Revista Viseu

VISEU REVISTA – Ano 4, nº6, Agosto de 2005
Director: José M. Ferreira Silva “Martins”
Redacção: Rua Augusta Cruz, 32 em Viseu
Colaboradores neste número: António Dório, I. Martins (OFS), J. M. Silva, J. Monteiro, Manuel César, M.M.C., Revista Mensageiro Stº. António.
Edição, elaboração e impressão: Silva & Martins; Lda.. – Rua S. Francisco – Monte Salvado (Via St. Estêvão) 3510 Viseu
Publicação periódica, 1000 exemplares, Distribuição Gratuita
O Aj enviou-me imagem da capa da Viseu Revista de Agosto de 2005 e texto da sua ficha técnica. Aqui se confirma que eu, Viriato sou o ícone maior da Senhora da Beira. Um olhar mais atento permite descortinar que na foto, na altura, não empunhava a sua falcata. Aliás há em Viseu quem ainda não saiba que a minha "espada" já foi reposta. Esta nova já é a terceira....Os meus guerreiros esses tiveram menos sorte ! E a Cava então... sorte? Nem vê-la!
12/06/2006
Descobrindo

“Como Viviam os Romanos”, de Jonh Guy – Descobrir… Como era ser soldado nas legiões Romanas Como os Romanos inventaram o aquecimento central Como eram as casas romanas A forma como os gladiadores lutavam até à morte no Coliseu Como construíam a rede de estradas O mundo fascinante dos deuses romanos Que os costumes romanos relativos ao casamento ainda são usados e muito mais… Ilustrado com mais se 100 espantosas imagens a cores, descobre como Roma cresceu a partir de uma pequena cidade-estado e se tornou num dos mais poderosos impérios da História.. Ticktock Publishing Ltd. UK, Colecção Civilizações Antigas, 1ª Edição Portuguesa da Didáctica Editora, Lisboa. Da livraria do AJ
11/06/2006
Será desta?
Depois de muito me ter queixado por aqui, os jornais dão conta que acordaram para o problema que se vive na minha Cava. Mas, como já há tempos em 2002 se prometia por aqui isso, nunca fiando!...05/06/2006
04/06/2006
Guerreiros do meu tempo - o Etrusco

Os elmos dos Etruscos, ou rasenas, revelavam características asiáticas e gregas. As couraças, pesadas, eram feitas de lâminas de bronze que rodeavam todo o tronco. A nobreza etrusca, muito afeiçoada às corridas de carros, prestava, de preferência serviço na arma de cavalaria. A nação etrusca, lutando ao Norte com os aguerridos celtas, e, ao Sul, com os Romanos, mostrou-se menos apta para a luta que os demais povos da Itália, em significativa coincidência com o luxo desmedido e a efeminação que enfraqueceram as forças nacionais.
In "História do Trajo Universal" - Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas/ Lisboa 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme.
01/06/2006
29/05/2006
Vá lá, já há quem me defenda
"Se Viriato fosse francês já tinham feito cinco filmes e se fosse americano Harrison Ford teria feito de guerrilheiro e já tinha conseguido um Óscar"...
José Arimateia
José Arimateia
Viriato na Feira?
25/05/2006
Romano da Classe Patrícia
O traje nacional dos romanos era a toga, manto cortado em oval, três vezes mais comprido e duas vezes mais largo do que a estatura de um homem. A cor da toga era peculiar a cada categoria social. Os senadores e homens de estado usavam a toga “cândida”, branca, e os generais vitoriosos punham a toga “picta”, de púrpura bordada a ouro.
As conquistas exerceram grande influência no modo de vestir dos romanos, despertando neles o amor pelo luxo, que substituiu a antiga singeleza.
In "História do Trajo Universal" - Colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas/ Lisboa 1965: Direcção de Mário de Aguiar; Cromos, capas e legendas de José Augusto Pires e Luís Filipe Mota Guedes; Ilustrações e vinhetas de Amaro Brilhante e Supervisão de José de Oliveira Cosme.
Cromos do AJ
22/05/2006
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