14/12/2006
E, por cá? Ninguém me estuda, porquê?
(...) “La semblanza que del famoso jefe lusitano consagra la historiagrafía antigua sirve de paradigma para reflexionar sobre un fenómeno de hondo significado en la vida de los pueblos prerromanos, la guerra. Entre los muchos enfoques posibles, la acción bélica es revisada en tanto mecanismo de contacto cultural generador a su vez de una serie de efectos sociales y económicos en el seno de los grupos litigantes. Recurriendo además de a las fuentes literarias, a apoyos arqueológicos (distribución de riqueza en necrópolis de fines de la Edad del Hierro, con especial atención a las “tumbas de guerrero”) y a modelos antropológicos, intentaremos dilucidar el papel que la redistribución de botines y tributos guerreros -entendidos como el resultado de un intercambio violento en cualquier de sus modalidades (contienda, ataque puntual, robo…)- desempeña en la articulación socio-política de las gentes del occidente peninsular. La manera en que los “jefes militares”, que son quienes suelen dirigir estos repartos, proceden a la distribución de mercancías entre la población, se muestra en el registro literario como argumento moralizante o anecdótico según los casos. Pero al tiempo constituye un testimonio útil para refrendar la existencia de una fuerte jerarquización habida cuenta que este procedimiento camufla en sí mismo una medida de ordenamiento social. Sólo en este sentido nos permitimos calificar a Viriato con el poco ortodoxo apelativo de jefe redistributivo" (...)
Excelente artigo de Eduardo Sanchez Moreno (Departamento de Historia Antigua, Universidad Autónoma de Madrid)
Excelente artigo de Eduardo Sanchez Moreno (Departamento de Historia Antigua, Universidad Autónoma de Madrid)
Rey de los Celtas

(Celtiké, 147-130 a. C). Representación dialogada de algunos momentos de la vida de un hombre al que los celtas dieron "Las virias", sólo concedido a los héroes- y los romanos reconocieron como "Amicus populi romani" -sólo concedido a los reyes-.
Este luso-vettón vive su infancia en el Bajo Duero. Dicen que las ocho franjas de la Seña Bermeja, bandera zamorana, se deben a las victorias de este caudillo. Este Viriato aquí expuesto, si tú quieres, podría ser el héroe de los tiempos futuros.
Maclug D´Obrhervat, Editorial Célya
Maclug D´Obrhervat, Editorial Célya
06/12/2006
Sugestão de leitura (do AJ)

Num texto escorreito, o autor Pedro Silva, dá a conhecer a origem, história e dissolução deste bravo conjunto de homens que ficaram conhecidos como Lusitanos. Localizados no espaço geográfico que se denomina por Beira Interior, estes antepassados dos portugueses souberam construir, à custa de um feitio indomável e lutador, uma aura de guerreiros de grande valor e símbolos verdadeiros da crença inabalável do espírito de independência. Longe da ideia de bárbaros, que os romanos pretenderam passar à posteridade, este homens criados no seio de condições climáticas adversas e em locais desprovidos de condições perfeitas de sobrevivência, conseguiram dedicar-se às artes (principalmente à música) e cultuar de uma forma bastante evoluída para época, demonstrando desenvolvimento intelectual significativo. Vivendo em comunidade, não descuraram a família e estimavam os anciãos, dando provas de um maior respeito para com os maiores do que frequentemente acontece na actualidade. Assim sendo, podemos afirmar de forma concludente que os Lusitanos eram bem mais do que homens rudes de arma em riste, como o leitor poderá comprovar através da leitura da presente obra. Acima de tudo, os Lusitanos representaram a Alma do que fomos num passado distante e aquilo que gostaríamos de ser no futuro.
Da contracapa da “História dos Lusitanos”
Autor: Pedro Silva
Editora: Prefácio - Edição de Livros, Lda., Lisboa
Capa: Biuni Ano de edição: 2006
Da contracapa da “História dos Lusitanos”
Autor: Pedro Silva
Editora: Prefácio - Edição de Livros, Lda., Lisboa
Capa: Biuni Ano de edição: 2006
29/11/2006
22/11/2006
14/11/2006
04/11/2006
03/11/2006
Viriato em poema
O tempo passa, d’ampulheta a areia
De quantas vidas a memoria apaga!...
Em quantos craneos aniquilla a ideia!...
Em quantos peitos o sentir esmaga!...
Mas tu, não te esqueces de mim!
De quantas vidas a memoria apaga!...
Em quantos craneos aniquilla a ideia!...
Em quantos peitos o sentir esmaga!...
Mas tu, não te esqueces de mim!
02/11/2006
Sou de Portugal e de Viseu!
Há por aqui quem recorde o herói Viriato e quem o questione... Mas, por outro lado, com exemplos destes não me admira nada que os "nuestros hermanos" reclamem os direitos sobre Viriato. Porque não acolheu nem escolheu Viseu esta iniciativa? Porque não convidar os artistas para realizarem a peça em Viseu?
28/10/2006
26/10/2006
Curvas e rectas
20/10/2006
16/10/2006
15/10/2006
11/10/2006
Marca Registada
07/10/2006
Portas fechadas

Aqui está a minha Porta na Rotunda da Estrada de Nelas. Não parece, mas é! O autor é o escultor Manuel Patinha. Foi inaugurada em Março de 2000 e era para estar disponível neste endereço, se não estivesse em remodelação há muitos meses... Faz-me lembrar o Museu Digital do Grão Vasco do Viseu Digital! Viste-o? Era para ter sido em Fev06! Pois...
02/10/2006
Viriato na História e em livro

VIRIATO – HISTÓRIA E SÍMBOLO - No Prefácio à edição Portuguesa
(…)Surge, pois, a investigação de Maurício Pastor Muñoz no momento certo da historiografia peninsular. Urgia rever os textos antigos, pô-los lado a lado, cotejá-los com os dados da Linguística, da Arqueologia, da Epigrafia… enfim, de todo um conjunto de ciência que, nomeadamente a partir de década de 70 do século passado, começaram a ganhar jus de maior presença nos curricula universitários quer a nível de docência quer no âmbito da investigação.
(…)A originalidade da obra não reside apenas nessa tentativa (que podemos dizer alcançada) de relatar factos, alinhando-os cronologicamente e geograficamente (na medida do possível) mas também - e quiçá esta seja a sua maior valia – no circunstanciado cotejo das fontes literárias, que nos levam, alfim, a ver em Viriato, para além da personagem histórica, um exemplar arquétipo vestido pelos historiadores antigos nas sublimes roupagens das suas ideologias.
Cascais, 25 de Abril de 2006
José d’Encarnação - Professor catedrático da Universidade de Coimbra
"VIRIATO - O herói lusitano que lutou pela liberdade do seu povo"
Autor - historiador espanhol Maurício Pastor Muñoz, professor de História Antiga da Universidade de Granada.
Título original: Viriato
Ano de edição 2004 1ª Edição portuguesa revista e aumentada: Setembro de 2006
Tradução: Luís Santos
Editor: A Esfera dos Livros, Lisboa
Para ler as primeira páginas deste livro clique aqui! A sugestão é do AJ!
José d’Encarnação - Professor catedrático da Universidade de Coimbra
"VIRIATO - O herói lusitano que lutou pela liberdade do seu povo"
Autor - historiador espanhol Maurício Pastor Muñoz, professor de História Antiga da Universidade de Granada.
Título original: Viriato
Ano de edição 2004 1ª Edição portuguesa revista e aumentada: Setembro de 2006
Tradução: Luís Santos
Editor: A Esfera dos Livros, Lisboa
Para ler as primeira páginas deste livro clique aqui! A sugestão é do AJ!
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