25/09/2006
21/09/2006
As marcas da Cava

Lembra-me o AJ, defensor incansável da minha Cava que das "promessas" só se vê para já a marca deixada pelos topógrafos, no 2º troço da Cava! Ao que parece, a simples limpeza e as obras é que continuam atrasadas e sem verba...
14/09/2006
07/09/2006
A minha Casa

Passe a publicidade mas o atento amigo AJ, imparável lutador pela conservação e requalificação da Cava de Viriato manda esta foto do "Estabelecimento na Rua João Mendes que já foi do Sr. Cavaleiro, pai do João que jogou no C.F. Os Repesenses, CAF - Académico de Viseu, União de Leiria, Académica de Coimbra, União de Coimbra, Beira Mar, Sporting da Covilhã e Salgueiros."
04/09/2006
Não há quem lhes faça sombra?
31/08/2006
O “Viriato” no futebol

Futebol Jovem – O “Viriato” preparava e educava os seus jovens para o futuro. Equipa de jovens futebolistas do Sport Ribeira e Viriato - 1916
Agremiação desportiva fundada em 1911 Sócio Honorário da Associação de Futebol de Viseu Retirada do livro de Carlos Costa, “Viseu Futebol” publicado em Viseu em Outubro de 2004 - Volume 1, que infelizmente será único devido ao falecimento do autor ocorrido no ano de 2005. Leitura aconselhada pelo AJ por conter memórias, muito interessantes, sobre a história do futebol em Viseu.
30/08/2006
22/08/2006
Leitura de férias

(...) 15 - Os senhores do mundo Ocidental
Diferentemente de Alexandre o Grande, os romanos nunca tiveram a ambição de criar um vasto Império em que todos os homens dos países conquistados pelas legiões romanas – países cujo número não parava de aumentar – fossem submetidos a uma única legislação, a de Roma. Os países conquistados tinham uma condição à parte. Eram chamados de “províncias romanas”. Eram ocupados por tropas de soldados e por funcionários romanos, que se consideravam superiores às populações autóctones, mesmo que estas fossem de fenícios, judeus ou gregos, que já possuíam uma cultura antiga. Aos olhos dos romanos, os autóctones só serviam para pagar. Eram submetidos a impostos esmagadores e tinham que enviar cereais a Roma regularmente. Se pagassem suas dívidas, eram deixados em relativa tranquilidade. Tinham autorização, por exemplo, para manter sua religião e sua língua materna. As províncias, por outro lado, aproveitavam essa presença estrangeira, pois os romanos traziam o seu conhecimento práctico, tal como o de construção de estradas. Muitas dessas estradas, muito bem pavimentadas, partiam de Roma, travessavam as grandes planícies italianas e transpunham desfiladeiros para chegar às mais distantes regiões do Império. É claro que os romanos não as construíam por amor a essas populações longínquas, mas porque viam nisso uma vantagem para eles. Graças a essa importante rede de estradas, podiam enviar rapidamente informações e tropas aos quatro cantos do Império. (...)
Ernerst H. Gombrich in ”Breve História do Mundo”, Tradução de Monica Sthael, Capa de Renata Miyabe Ueda e Ilustrações de Fabian Negrin, Editora Martins Fontes, São Paulo 2001.
ET: O conselho de leitura é do AJ.
Diferentemente de Alexandre o Grande, os romanos nunca tiveram a ambição de criar um vasto Império em que todos os homens dos países conquistados pelas legiões romanas – países cujo número não parava de aumentar – fossem submetidos a uma única legislação, a de Roma. Os países conquistados tinham uma condição à parte. Eram chamados de “províncias romanas”. Eram ocupados por tropas de soldados e por funcionários romanos, que se consideravam superiores às populações autóctones, mesmo que estas fossem de fenícios, judeus ou gregos, que já possuíam uma cultura antiga. Aos olhos dos romanos, os autóctones só serviam para pagar. Eram submetidos a impostos esmagadores e tinham que enviar cereais a Roma regularmente. Se pagassem suas dívidas, eram deixados em relativa tranquilidade. Tinham autorização, por exemplo, para manter sua religião e sua língua materna. As províncias, por outro lado, aproveitavam essa presença estrangeira, pois os romanos traziam o seu conhecimento práctico, tal como o de construção de estradas. Muitas dessas estradas, muito bem pavimentadas, partiam de Roma, travessavam as grandes planícies italianas e transpunham desfiladeiros para chegar às mais distantes regiões do Império. É claro que os romanos não as construíam por amor a essas populações longínquas, mas porque viam nisso uma vantagem para eles. Graças a essa importante rede de estradas, podiam enviar rapidamente informações e tropas aos quatro cantos do Império. (...)
Ernerst H. Gombrich in ”Breve História do Mundo”, Tradução de Monica Sthael, Capa de Renata Miyabe Ueda e Ilustrações de Fabian Negrin, Editora Martins Fontes, São Paulo 2001.
ET: O conselho de leitura é do AJ.
21/08/2006
Como a lesma...
De volta aos sítios de Viriato depois dumas breves férias o que se encontra de novo (ou velho) é isto por aqui!
04/08/2006
03/08/2006
Imagens de Viseu que ficam na memória


Esta tarde o AJ passou no Viriato e apanhou estas. Ao que parece, uma das consequências negativas da nova Praça de Viriato foi a de afastar os visitantes da Cava e do Viriato. Estes, estacionaram o autocarro em sítio proibido e vieram visitar os heróis Lusitanos. São cada vez mais o visitantes a testemunhar o abandono a que o local tem sido votado. São nacionais e estrangeiros que de guia na mão, passeiam na autêntica lixeira (estrumeira, talvez fosse termo mais apropriado) em que a Cava se transformou.
01/08/2006
30/07/2006
As novas salas de chuto... perto da Cava
29/07/2006
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