22/08/2006

Leitura de férias


(...) 15 - Os senhores do mundo Ocidental
Diferentemente de Alexandre o Grande, os romanos nunca tiveram a ambição de criar um vasto Império em que todos os homens dos países conquistados pelas legiões romanas – países cujo número não parava de aumentar – fossem submetidos a uma única legislação, a de Roma. Os países conquistados tinham uma condição à parte. Eram chamados de “províncias romanas”. Eram ocupados por tropas de soldados e por funcionários romanos, que se consideravam superiores às populações autóctones, mesmo que estas fossem de fenícios, judeus ou gregos, que já possuíam uma cultura antiga. Aos olhos dos romanos, os autóctones só serviam para pagar. Eram submetidos a impostos esmagadores e tinham que enviar cereais a Roma regularmente. Se pagassem suas dívidas, eram deixados em relativa tranquilidade. Tinham autorização, por exemplo, para manter sua religião e sua língua materna. As províncias, por outro lado, aproveitavam essa presença estrangeira, pois os romanos traziam o seu conhecimento práctico, tal como o de construção de estradas. Muitas dessas estradas, muito bem pavimentadas, partiam de Roma, travessavam as grandes planícies italianas e transpunham desfiladeiros para chegar às mais distantes regiões do Império. É claro que os romanos não as construíam por amor a essas populações longínquas, mas porque viam nisso uma vantagem para eles. Graças a essa importante rede de estradas, podiam enviar rapidamente informações e tropas aos quatro cantos do Império. (...)

Ernerst H. Gombrich in ”Breve História do Mundo”, Tradução de Monica Sthael, Capa de Renata Miyabe Ueda e Ilustrações de Fabian Negrin, Editora Martins Fontes, São Paulo 2001.
ET: O conselho de leitura é do AJ.

21/08/2006

Viriato e os estudos


Em épocas de exames estes Viriatos que o AJ envia podem ser úteis!

Como a lesma...

De volta aos sítios de Viriato depois dumas breves férias o que se encontra de novo (ou velho) é isto por aqui!

04/08/2006

03/08/2006

Imagens de Viseu que ficam na memória



Esta tarde o AJ passou no Viriato e apanhou estas. Ao que parece, uma das consequências negativas da nova Praça de Viriato foi a de afastar os visitantes da Cava e do Viriato. Estes, estacionaram o autocarro em sítio proibido e vieram visitar os heróis Lusitanos. São cada vez mais o visitantes a testemunhar o abandono a que o local tem sido votado. São nacionais e estrangeiros que de guia na mão, passeiam na autêntica lixeira (estrumeira, talvez fosse termo mais apropriado) em que a Cava se transformou.

01/08/2006

Pérolas de Viriato

Foto do "Café Pérola do Viriato", na Rua dos Heróis Lusitanos enviada pelo AJ. Atenção que está fechado ao Domingo.

30/07/2006

As novas salas de chuto... perto da Cava

Na zona de protecção da Cava de Viriato e em espaço a intervencionar pelo Programa Polis existe uma nova "Sala de Chuto". Nesta propriedade particular nas traseiras da ex-GNR e com a Cava ao fundo, como as "Salas de injecção" assistida não são permitidas e legais... existem estas vergonhas!

29/07/2006

Simbolismo de Viriato

Nesta simbologia o evidente sinal é de abandono! Não te rales mas não te entales...
Este é novo e faminhónico mas o único sinal parece ser também o de "cópia exacta..."
ET: O "apanhado" veio da máquina do AJ que, felizmente, não falha uma!

Trireme Romana


O AJ enviou mais um icone dos tempos passados do Viriato! Para saber mais veja aqui.

26/07/2006

Sinais de vida na Cava

Ainda vai havendo sinais de vida na Cava de Viriato! Com tanto calor até as cabras só estão bem na sombra... Fotos obtidas pelo AJ no Domingo 23 de Julho, cerca do meio dia.

23/07/2006

Viriatos doutros tempos


Lembra-me o AJ que a Residencial Viriato ficava na Rua do Mestre Teotónio Pedro Albuquerque, junto à Escola Emídio Navarro, e no mesmo edifício do Teatro. Está encerrada há alguns anos. O anúncio continua lá embora degradado a lembrar outros tempos.

20/07/2006

Há por aí mamarrachos!

Num destes dias o AJ apanhou o "Mamarracho" a esconder-se, envergonhado, entre os centenários carvalhos da Cava. Sabem porquê? Por isto mesmo!

18/07/2006

Pão de Viriato

Os 7 "Viriatos" que levam bolos e pão quentinho aos viseenses. e que podem ser encontrados alí junto às Pedras Alçadas. Aos Domingos costumam estar todos ...

Aqui há pão quente de Viriato... passe a publicidade! A culpa é do AJ que mandou as fotos!

17/07/2006

Viriato sobre rodas


Já lá vão quase 5 meses e nada, lembra-me o AJ! Aqui lembraram-se dele, na Cava continua desprezado.... A Cava continua a envergonhar a Cidade e o País.

16/07/2006

37, 31 ou 0?

Pergunta-me o AJ se este espaço na Cava é o 37 ou 38? Não sei nem me preocupa... Custa-me é ver o 31 em que a Cava está! Sem atenção nenhuma por parte de quem de direito. O número mais certo é o zero mesmo!

Pastando e postando

Lembra-me o AJ que perante a bovinidade geral que teima em não preservar a Cava ainda há quem paste por ali...

14/07/2006

Contra factos...


Como lusitano e beirão venho desta forma em defesa do AJ perante os mais acérrimos criticos que afirmam que só fotografa lixo... fica aqui a prova! Um velho carvalho destroçado e à beira do fim! Ali mesmo, na Cava de Viriato!

12/07/2006

De noite ou de dia...

A tratar da saúde ao pessoal...

Gentileza do AJ

09/07/2006

Infelizmente há disto na minha Cava

Foto do AJ - Sem comentários...

1ª Ópera VIRIATO


O que melhor fixamos não é o que aprendemos mas o que amamos. Nas planícies de Castela, onde outrora houve lugares pantanais e florestas de fetos como leques cobrindo a luz do sol, eu passei um dia. Na estrada para Zamora lá estava a casa que o meu avô construiu com o engenho que lhe era próprio. Era um homem empreendedor e com mau génio que era indício de fazedor de reinos, quando havia reinos para fazer. Devias ficar-lhe bem a cota de malha e o brial com plumas. Como a Viriato, quando se deu conta que o modo de vestir torna urgente o respeito e a vassalagem. Sempre ouvi, na estreita paróquia lá de casa, que o braço de Viriato estava nas armas de Zamora. Não um braço de pastor, mas o de um guerreiro. No ano de 1904, em doze de Janeiro, Zamora descerra a estátua de Viriato erguida sobre uma enorme pedra granítica de Sayago. Desde a minha infância que eu ouvi as pícaras histórias de sayagueses, famosos pelo génio calado e recolhido. (…) Em terceiro lugar (coisa extraordinária), o licor Viriato, feito na pequena fábrica de Corrales, foi invenção do meu avô Lourenço, homem de muitos engenhos e competências, e que nesse começo de século se casou em Corrales del Vino com uma mulher formosa de nome Agustina.(…)

“Fama e Segredo na História de Portugal”, de Agustina Bessa-Luís Ficção, Romance Histórico Desenhos, Colagens e Fotografias de Luís Miguel Castro Concepção artística de Luís Miguel Castro, Vinhetas dos capítulos de Tomás Pracana Colecção três sinais, da Guerra & Paz, Editores, S.A., Maio de 2006